É manhã, acordo!
...
O sonho mantém o corpo imóvel.
De sentido tão preso
Livre como um pássaro sem pouso
Atado a um laço suave, macio e lindo.
...
É manhã, desperto!
...
O sorriso tão perto
Na ponta do dedo
Sinto a sua ternura
Sinto o seu segredo.
...
É manhã, adormeço!
...
O som ritmado aumenta
Numa cadência sentida
Sinto a cabeça perdida
Numa emoção que se aguenta
...
É manhã, regresso!
...
Regresso à vida meio perdido
O sonho que me prende e acorda
Mantém-se, de olhos abertos vejo o mundo
Um mundo em que és a verdade que ofusca o segredo!
...
É manhã, ...!
...
Podiamos ter nada... temos tudo,
Quando o mundo de olhos vendados
E ouvidos tapados
Nos deixa ser um só olhar,
Nos deixa ser um só tocar,
Nos deixa ser um só beijar,
Nos deixa ser um só.
Mário André Balsa Gonçalves
Lisboa e Entroncamento,
16 de Janeiro de 2009
...
O sonho mantém o corpo imóvel.
De sentido tão preso
Livre como um pássaro sem pouso
Atado a um laço suave, macio e lindo.
...
É manhã, desperto!
...
O sorriso tão perto
Na ponta do dedo
Sinto a sua ternura
Sinto o seu segredo.
...
É manhã, adormeço!
...
O som ritmado aumenta
Numa cadência sentida
Sinto a cabeça perdida
Numa emoção que se aguenta
...
É manhã, regresso!
...
Regresso à vida meio perdido
O sonho que me prende e acorda
Mantém-se, de olhos abertos vejo o mundo
Um mundo em que és a verdade que ofusca o segredo!
...
É manhã, ...!
...
Podiamos ter nada... temos tudo,
Quando o mundo de olhos vendados
E ouvidos tapados
Nos deixa ser um só olhar,
Nos deixa ser um só tocar,
Nos deixa ser um só beijar,
Nos deixa ser um só.
Mário André Balsa Gonçalves
Lisboa e Entroncamento,
16 de Janeiro de 2009
2 comentários:
abençoada a deusa que mereceu tais palavras... escreves muito bem...
beijo
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