“Ninguém se mexe” ... “Deitados no chão” ... “Barriga para baixo” ...
São 7h da manhã de um dia de férias... após um estrondo, que identifico como uma porta a ser arrombada, estas são as frases que oiço do outro lado da parede do meu quarto.
O prédio ao lado do meu, em especial a casa que faz parede com a dos meus pais, está a sofrer uma rusga policial.
Uma medida parca nos efeitos que terá? Talvez, talvez não... Mas definitivamente, é uma medida tardia.
Nestes últimos oito anos assistimos a um degradar constante da segurança e consequentemente da qualidade de vida do bairro. Embora o Sr. Presidente da Autarquia venha, pomposamente, para os jornais dizer que não sente a insegurança quando sai tarde da Câmara, e eu acredito que não, ele que venha morar para o meu bairro. Se não souber, fica do outro lado da cidade.
Quando vim para cá morar, com cerca de 9 anos, podia ficar na rua com os meus amigos a brincar ou a jogar à bola no parque. As notícias que falávamos reportavam-se a quem tinha sido o melhor marcador do jogo do dia anterior. Hoje os miúdos do meu bairro falam da última apreensão de armas ou droga, do assassinato do sr. que toda a vida conheceram ou como vai acontecer até ao próximo acontecimento, da rusga de hoje.
É esta a estabilidade de que fala o cartaz de propaganda política do PSD que está ao fundo da rua?
Será este o conceito de segurança prometido pelo PSD na última campanha eleitoral e que agora volta a ser tirado do fundo poeirento da arca?
São 7h da manhã de um dia de férias... após um estrondo, que identifico como uma porta a ser arrombada, estas são as frases que oiço do outro lado da parede do meu quarto.
O prédio ao lado do meu, em especial a casa que faz parede com a dos meus pais, está a sofrer uma rusga policial.Uma medida parca nos efeitos que terá? Talvez, talvez não... Mas definitivamente, é uma medida tardia.
Nestes últimos oito anos assistimos a um degradar constante da segurança e consequentemente da qualidade de vida do bairro. Embora o Sr. Presidente da Autarquia venha, pomposamente, para os jornais dizer que não sente a insegurança quando sai tarde da Câmara, e eu acredito que não, ele que venha morar para o meu bairro. Se não souber, fica do outro lado da cidade.
Quando vim para cá morar, com cerca de 9 anos, podia ficar na rua com os meus amigos a brincar ou a jogar à bola no parque. As notícias que falávamos reportavam-se a quem tinha sido o melhor marcador do jogo do dia anterior. Hoje os miúdos do meu bairro falam da última apreensão de armas ou droga, do assassinato do sr. que toda a vida conheceram ou como vai acontecer até ao próximo acontecimento, da rusga de hoje.
É esta a estabilidade de que fala o cartaz de propaganda política do PSD que está ao fundo da rua?
Será este o conceito de segurança prometido pelo PSD na última campanha eleitoral e que agora volta a ser tirado do fundo poeirento da arca?
1 comentário:
pelos vistos estás a ter umas férias agitadas... vais ter muita coisa para contares quando voltarmos... bj.
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