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domingo, 7 de fevereiro de 2010

Um Partido de Esquerda


O PS tem o dever de se aproximar das populações. Para o fazer deve de afirmar os seus ideais de esquerda, deve lutar pelos mais desfavorecidos e apresentar um projecto credível para a economia.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Adopção por casais compostos por pessoas do mesmo sexo


A adopção antes de ser um acto em que um adulto, enquanto pessoa singular, ou um casal, enquanto família, aceitam cuidar de uma criança, é um direito que qualquer criança tem a ter uma família, a receber o carinho dos que a rodeiam, dos que pretendem cuidar dela.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Festas Felizes!!!!


Estamos numa época em que os melhores sentimentos humanos vêm à tona, o que nós temos de melhor parece imperar. Embora não seja apenas nesta quadra que estes sentimentos devam aparecer, devendo o amor, o carinho, a dedicação ao bem estar do póximo ser algo pelo qual a nossa sociedade deve pautar o seu dia a dia.

Festas Felizes!!!!

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Oposição precisa-se!

Efectivamente a oposição em Portugal não pára de me surpreender. As posições públicas que foram tomadas pelos vários partidos da oposição aquando da apresentação do programa de governo na Assembleia da República mostra no mínimo irresponsabilidade.

Quando o Partido Socialista, depois de ter vencido as eleições legislativas, tentou encontrar consensos junto da oposição, no sentido de dar a Portugal a estabilidade governativa que o país precisa para os próximos quatro anos, encontrou as portas da oposição fechadas.

Agora que o Partido Socialista apresenta o seu programa a oposição vem fazer um escândalo. Não será normal o partido que venceu as eleições apresentar o programa que ganhou as eleições como programa de governo? A população não compreenderia se o PS viesse agora governar com o programa do CDS, do BE ou ainda do PSD, quando estes foram derrotados nas eleições.
Esta oposição mostra falta de visão democrática remetendo a decisão da população para segundo plano e mostra falta de visão política e de trabalho quando deixa o futuro do país para trás inviabilizando desde o primeiro momento a estabilidade governativa.

sábado, 26 de setembro de 2009

Educação... o Futuro de Portugal!

A escola em Portugal está a mudar, que ninguém tenha dúvidas, e está a mudar para melhor. Todas as mudanças implicam algumas rupturas, algum descontentamento. Quando se mexe com interesses instalados há décadas é natural que as pessoas se sintam descontentes e que até se cometam algumas injustiças. Tenho de admitir que algumas partes do processo poderiam ter sido conduzidas de outra forma.

Não obstante o referido anteriormente, era urgente instaurar no nosso sistema educativo um regime de avaliação que valorize quem efectivamente dá aulas.

Nesse sentido, e admitindo algumas fragilidades no regime de avaliação em vigor, devo realçar que este modelo se apresenta como uma defesa para os professores que trabalham e sempre trabalharam para os alunos. Agora temos um modelo e esse modelo pode, juntando os intervenientes, Ministério da Educação e Professores, ser melhorado, possibilitando que todos nós professores possamos ter uma carreira mais justa.

Paralelamente à requalificação da carreira docente assistimos também a um reforço do papel do professor no ensino e na educação do aluno, reforço este que todos nós nos devemos orgulhar.

Tendo a escola a responsabilidade social que todos lhe reconhecemos, era criminosa a atitude que esta tinha perante o acompanhamento que dava, leia-se não dava, aos jovens.

Numa sociedade em que os pais entram ao trabalho às 8 ou 9h da manhã e saem às 18 ou 19h da tarde, permitir que os jovens andassem na rua entregues à sua sorte, porque só tinham aulas até ao almoço ou porque um professor não podia dar a sua aula, era uma realidade desenquadrada das necessidades sociais e como tal não poderia continuar.

Foi esta realidade que se combateu, foi nesse sentido que os horários foram estendidos no 1º ciclo, incluindo as actividades extracurriculares, como a Educação Física ou o Inglês, assim como se criou a figura das aulas de substituição.

Agora temos os nossos alunos mais acompanhados o que permite que os pais estejam mais descansados nos seus locais de trabalho sabendo que os seus filhos estão bem acompanhados por profissionais competentes.

Ao mesmo tempo que tudo o referido anteriormente acontecia nas escolas, durante a legislatura preconizada pelo Engenheiro José Sócrates assistiu-se ainda à correcção de um erro histórico. Falo da aposta assumida em revitalizar e apoiar incondicionalmente o ensino profissional. Hoje cerca de 50% da oferta formativa em Portugal prende-se com esta área de ensino.

Desta forma foi possível motivar milhares de jovens para os estudos, dando-lhes uma opção de vida, permitindo-lhes que apostem numa carreira profissional desde cedo e que permite que durante os seus estudos possam ver a sua profissão nascer.

Um outro ponto onde crédito tem de ser dado a este governo prende-se com o investimento feito na requalificação do parque escolar tanto do pais como do distrito. As alterações ao parque escolar em Benavente, Salvaterra de Magos, Tomar, Ourém e Abrantes constituiu um investimento de 56 milhões de euros.

Este investimento associado ao programa E-escola/ Magalhães, reconhecido a nível internacional, permitiu colocar as nossas escolas, assim como os nossos alunos, na vanguarda do ensino.

Temos de admitir que muito há para fazer na utilização das novas tecnologias no espaço escola por forma a maximizar as suas potencialidades, mas a realidade é que neste momento essa tecnologia já está disponível enquanto que há quatro anos era apenas um sonho.

É por tudo isto, e também por sentir que cada vez mais os alunos gostam da escola, que cada vez mais se verifica uma menor taxa de abandono escolar e que ano após ano a taxa de reprovações é menor, que tenho orgulho em ser professor, em ser parte activa neste processo que apenas tem como consequência Avançar Portugal.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

+ Cidadania + Igualdade

Recentemente assistiu-se na nossa cidade a um evento de grande qualidade, uma tertúlia organizada pela candidatura do Partido Socialista à Assembleia da República onde se debateram com a população temas como a cidadania e a igualdade. Este evento teve como pano de fundo o Centro Cultural do Entroncamento e contou com Jorge Lacão, Miguel Vale de Almeida, São José Lapa e Elza Pais como oradores, assim como parte significativa dos candidatos a deputados do PS por Santarém.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

A Ferro e Fogo!

“Ninguém se mexe” ... “Deitados no chão” ... “Barriga para baixo” ...
São 7h da manhã de um dia de férias... após um estrondo, que identifico como uma porta a ser arrombada, estas são as frases que oiço do outro lado da parede do meu quarto.
O prédio ao lado do meu, em especial a casa que faz parede com a dos meus pais, está a sofrer uma rusga policial.
Uma medida parca nos efeitos que terá? Talvez, talvez não... Mas definitivamente, é uma medida tardia.
Nestes últimos oito anos assistimos a um degradar constante da segurança e consequentemente da qualidade de vida do bairro. Embora o Sr. Presidente da Autarquia venha, pomposamente, para os jornais dizer que não sente a insegurança quando sai tarde da Câmara, e eu acredito que não, ele que venha morar para o meu bairro. Se não souber, fica do outro lado da cidade.
Quando vim para cá morar, com cerca de 9 anos, podia ficar na rua com os meus amigos a brincar ou a jogar à bola no parque. As notícias que falávamos reportavam-se a quem tinha sido o melhor marcador do jogo do dia anterior. Hoje os miúdos do meu bairro falam da última apreensão de armas ou droga, do assassinato do sr. que toda a vida conheceram ou como vai acontecer até ao próximo acontecimento, da rusga de hoje.
É esta a estabilidade de que fala o cartaz de propaganda política do PSD que está ao fundo da rua?
Será este o conceito de segurança prometido pelo PSD na última campanha eleitoral e que agora volta a ser tirado do fundo poeirento da arca?

terça-feira, 11 de agosto de 2009

PS Lidera as Intenções de Voto


Com este último estudo a distribuição dos mandatos de Deputados no Distrito de Santarém, seria:

PS - 4 mandatos

PSD - 4 mandatos

CDU - 1 mandato

BE - 1 mandato

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Afinal o PSD quer ou não proibir o PC?


Quem cala consente, já o diz a sabedoria popular.

O PSD de Manuela Ferreira Leite vem revelando progressivamente o seu cariz antidemocrático.
Como exemplos claros desta perigosa radicalização temos as atitudes na Assembleia Regional da Madeira, o tratamento dado aos vereadores da oposição na Câmara do Entroncamento, agora a proibição do Partido Comunista e a perseguição a Pedro Passos Coelho – Líder da oposição interna a Ferreira Leite – isto tudo enquanto a líder diz que seria bom suspender a democracia para por a casa na ordem. Quer-me parecer que a ordem da Dr. Ferreira Leite – que não promete nada, que não tem ideias sobre nada, que aparentemente não consegue fazer nada – afinal consegue e sabe. Sabe como fazer Portugal recuar 36 anos na sua história.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

O Papel do Professor

“Os professores são como músicos de Jazz. Têm o mesmo repertório todas as noites, mas improvisam em função do “feedback” que recebem do público."

"O bom professor é aquele que trabalha com toda a turma, mas em que cada criança sente que ele está a falar só para ela."

A ideia de uma turma homogénea, previsível, e que recebe as informações dadas pelo professor da mesma forma e ao mesmo tempo é tão utópica como a ideia que uma sociedade permanece estável ao longo do tempo. Apenas quem não está a par da realidade escolar e quem desconhece a natureza humana é que poderá inferir a existência deste quadro.

Se há vários anos atrás, a imagem de uma turma homogénea era uma realidade na concepção de vários professores, uma vez que era do interesse político manter um mesmo nível de atitude e pensamento, esta tem vindo a desvanecer-se ao longo tempo na sequência de várias mudanças sócio económicas e políticas que alteraram esta visão.

O professor tem de ser consciente da heterogeneidade dentro da turma, não só relativamente às crianças que apresentam Necessidades Educativas Especiais, mas no seu conjunto. A individualidade de cada aluno tem de ser respeitada e só olhando-os como indivíduos com experiências e ideias diferentes entre cada um é possível criar uma cultura escolar que responda às necessidades de cada aluno.


É numa pluralidade de atitudes que passam essencialmente, em meu ver, pelas referidas por Paulo Freire ”(..) a coerência, a humildade, a tolerância, a competência, o rigor, a paixão, o respeito pelos saberes e pelas diferenças culturais dos/as educandos/as(...)” que o professor é capaz, tal como afirma Mel Ainscow, de ao trabalhar para uma turma ter a capacidade de tocar cada aluno na sua individualidade.

Este “músico de Jazz” que é o Professor deve ter, inegavelmente, esta capacidade de, tal como um músico, improvisar atitudes; actividades; condutas; respostas e perguntas à vida diária da escola. E tal como no Jazz, todas as notas improvisadas têm um reflexo no público. Todas as “notas” improvisadas numa sala de aula, são um reflexo da capacidade adaptativa do Professor.

E é na sequência do conhecimento do Professor pelos seus alunos na sua individualidade, que este se transforma num “maestro”, conduzindo cada aluno a descobrir e dar o melhor que tem dentro de si. E tal como um músico só com uma grande paixão pela sua profissão é que um professor pode encontrar dentro de si esta pluralidade de atitudes e respostas individuais essenciais para que cada criança sinta que o professor ao falar para toda a turma fala somente para ele."

Elaborado por:
Joana Almeida

terça-feira, 30 de junho de 2009

Bairros no centro da cidade sem saneamento básico

Recentemente, na Assembleia Municipal do Entroncamento, o Sr. Presidente da Câmara, Jaime Ramos, foi confrontado com a falta de saneamento básico em algumas zonas do concelho.


No seguimento da intervenção do Deputado António Ferreira, Jaime Ramos afirmou que este facto está dependente de questões governamentais, orçamentais, ou planos de pormenor. No entanto esqueceu-se de referir que o problema já podia estar resolvido pois “já estiveram previstas verbas para estas intervenções, mas, (...), foram retiradas” in Jornal Torrejano Online.


Como cidadão do Entroncamento esta posição do Presidente da Autarquia muito me entristece. Basta olharmos para o concelho de Torres Novas para percebermos que esta defesa não passa de uma desculpa, de uma máscara, para a inoperância, para a falta de visão e para o desrespeito com que este executivo trata os seus cidadãos.


Sempre que o Executivo Camarário do Entroncamento é confrontado com alguma coisa que devia ter feito e não fez, a resposta é sempre a mesma: não há melhorias no Centro de Saúde, a culpa é do governo. Não existe esquadra, a culpa é do Ministério. Não existe verba para pagar as obras previstas, a culpa é do QREN. A Estação de Caminhos de Ferro está ao abandono, a culpa é da REFER. Não há saneamento básico, a culpa é do EUROPAN. A culpa é sempre dos outros.


Temos então que perguntar, se tudo o que é feito é por mérito ou demérito dos outros, nomeadamente do governo, então o que é que este executivo está cá a fazer?


Ainda esta semana assistimos a mais um acordo firmado pelo Presidente António Rodrigues e aprovado na Comissão de Coordenação e Desenvolvimento do Centro que permitirá à Câmara de Torres Novas um encaixe de cinco milhões de euros. Enquanto que no Entroncamento, o presidente continua à espera que as coisas lhe caiam no colo.


Cá fecha o comércio, em Torres Novas abrem-se superfícies comerciais e empresas. No Entroncamento há zonas no centro da cidade que nem as condições mínimas de vida apresentam (saneamento básico) enquanto que Torres Novas já aposta na requalificação urbana por forma a dar à população uma qualidade de vida superior. O Entroncamento é cada vez mais uma cidade para dormir enquanto Torres Novas é cada vez mais uma cidade para se viver.


Como num jogo de diferenças para crianças, quando este quadro se levanta, é fácil de ver onde é que elas estão... sendo a principal a atitude do executivo, um fica sentado à espera que a tutela faça tudo por ele, tal e qual um desempregado que está a receber o fundo desemprego e não procura trabalho, pois o subsídio chega para estar em casa sem fazer nada. Enquanto o outro sabe que o subsídio não é o suficiente para ter qualidade de vida e por isso procura formas de construir uma vida melhor.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Devemos Perder o Comboio Europeu?

O presidente da CIP, Francisco Van Zeller, veio hoje, quinta-feira, 7 de Maio de 2009, defender o adiamento do projecto do TGV por 10 anos.
Gostaria de relembrar uma pequena lição de história ao Dr. Van Zeller e a todos os críticos, nomeadamente ao PSD, do investimento público em alturas de crise.
Entre 1933 e 1937, no rescaldo do crash do Wall Street e com o intuito de apoiar os desfavorecidos da grande depressão, o governo Norte Americano levou a cabo um programa de obras públicas destinado a relançar a economia.
Basta olhar para este programa bem sucedido para perceber que o investimento nas obras públicas estimulará a economia portuguesa.
Mas voltando ao TGV, a pergunta impõe-se... será que Portugal se pode dar ao luxo de manter a sua localização periférica face à Europa e admitir o isolamento. Como disse em tempos a direita, orgulhosamente sós...
Temos actualmente uma situação geográfica que para muitos é periférica. Não posso admitir tal posição.
O que nos impede de ser a porta para a Europa em termos de bens e pessoas, e de nos tornarmos um país central no espaço euro – atlântico, são as deficientes vias de comunicação, em especial ferroviárias, que nos ligam a todo o espaço europeu. Percebe-se assim que os investimentos no Aeroporto e principalmente no TGV não só têm de avançar como já avançam tarde.
Mas as afirmações do Sr Presidente da CIP teriam uma consequência imediata ainda mais grave, caso fossem seguidas.
Numa altura em que o desemprego cresce, o poder económico cai e a economia abranda, seria uma total irresponsabilidade do estado abdicar de criar postos de trabalho, de possibilitar a melhoria das condições de vida dos portugueses, de estimular a economia e de modernizar o país.
Portugal só tem a ganhar com a implementação do TGV. Não só o projecto é financiado a 75% pela EU, como o momento permite uma violação sem consequências do Pacto de Estabilidade e Crescimento – Défice Público de 3%. Para além destas condições económicas favoráveis ainda se aumenta a centralidade de Portugal no panorama geopolítico e económico face à Europa e no panorama euro – atlântico. Assim como se estimula a economia para combater a crise internacional.
O que queremos, um Portugal dinâmico, economicamente forte e moderno, ou um Portugal cada vez mais estagnado, em constante quebra económica com perda de qualidade de vida e de poder económico?

terça-feira, 5 de maio de 2009

A CÂMARA MUNICIPAL E OS SEUS NEGÓCIOS

Infelizmente, e como cidadão interessado pelo que se passa na minha cidade, tenho de me questionar quanto a algumas decisões que este executivo camarário tem tomado.
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Neste texto vou falar dos prós e dos contras da adesão à empresa Águas do Centro, que pertence ao grupo Águas de Portugal.
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Quando em 30 de Junho de 2007 a Assembleia Municipal votou favoravelmente a adesão à empresa das Águas do Centro, com os votos favoráveis da maioria PSD e os votos contra da oposição, hipotecou, a meu ver, o futuro do fornecimento da água de forma racional e económica ao Entroncamento.
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Com esta decisão abre-se caminho para que o tratamento dos esgotos domésticos, tal como o abastecimento de água em alta, ou seja desde a captação até aos depósitos, passe a ser garantido pelas Águas do Centro. Assegurando assim a empresa a parte mais rentável deste processo, a que implica menos gastos a médio e longo prazo.
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No entanto, a Câmara continua a ser responsável pelas dezenas de metros de condutas que fazem a ligação dos esgotos entre as habitações e a estação de tratamento de águas residuais, assim como do abastecimento em baixa, dos depósitos até as casas, passando a adquirir (comprar) a água à mesma empresa. Ficando a autarquia com a parte menos rentável, estamos a falar da manutenção de centenas de metros de condutas de esgotos e de água que existem por baixo do Entroncamento.
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Como contrapartida deste negócio, as águas do centro comprometeram-se a construir uma ETAR (estação de tratamento) que servirá o Entroncamento e a Barquinha, a construir uma estação elevatória para servir a ETAR e um reservatório de água na zona sul, com ligação ao reservatório do Casal do Grilo.
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Este negócio contempla ainda a cedência por parte da Câmara de três captações de água, dos reservatórios do Casal do Grilo e das Vaginhas, das condutas de ligação entre a EPAL e o reservatório do Casal do Grilo e ainda de quase meio milhão de euros.
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Significa isto que a Câmara Municipal, que é hoje dona de grande parte da água que consome vai dar essa mesma água a uma empresa, assim como os reservatórios onde esta é armazenada, passando depois a comprá-la, e ainda paga meio milhão de Euros para se juntar à empresa.
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Embora seja evidente, a pergunta impõe-se, quem é que vai pagar isto tudo?
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Depois de ler vários artigos e alguns estudos concluo que sou eu e você... Pelo menos a água já aumentou, e o aumento poderá chegar aos 50%. No caso do saneamento básico e da recolha do lixo, este aumento poderá chegar aos 130%.
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Eu penso que nesta situação se a CME pretendia aderir a este tipo de soluções deveria equacionar todos os cenários, dever-se-ia ter aberto um concurso público, e então mediante as hipóteses escolher a melhor opção para o Entroncamento.
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Lamento a enorme falta de sensibilidade social da parte da Câmara que não equacionou a realidade de que ao tomar decisões destas irá agravar as dificuldades económicas das famílias. Ou se equacionou então estamos perante uma situação que mostra o pouco valor que esta Câmara dá aos habitantes do Entroncamento, pois prefere hipotecar um bem essencial e sobrecarregar-nos com as despesas desse processo.

Entroncamento é caso de estudo

O Entroncamento é um daqueles casos que deve de ser estudado. Sendo uma cidade nova não está a ser planeada, não está a ser pensada e com o rumo que leva não me parece que consiga voltar a ser um marco para o distrito.
Noutros tempos a nossa cidade foi o centro comercial do distrito, neste momento deixou de ter a capacidade de atrair tanto investimento como pessoas. Gostava de perguntar ao executivo que gere os destinos do Entroncamento, onde é que está o pensamento estratégico, onde é que está o pensamento na população.
O que se assiste hoje é vergonhoso: Insegurança, falta de espaços verdes e de lazer, Insegurança, falta de condições para fixar o comércio, Insegurança, falta de condições para fixar a industria, Insegurança, não se cria emprego... e a lista pode continuar.
Será que não merecemos mais?

sábado, 25 de abril de 2009

É impressionante o estado a que alguns políticos em Portugal chegam. Claramente a lider do PSD não luta pelo mesmo país em que eu gostaria de viver.

Onde estão os ideais de Abril e de Salgueiro Maia nesta ilustre representante de um dos maiores partidos em Portugal?

Caros amigos, é por causa deste tipo de atitudes, e de alguns que os querem matar, de devemos reforçar e continuar a lutar para manter os ideais de Abril bem vivos nos nossos corações!

VIVA O 25 DE ABRIL

sábado, 11 de abril de 2009

Vazio de Ideias

A nova imagem do PSD, onde Manuela Ferreira Leite aparece sobre um fundo negro, é uma grande analogia para o vazio de ideias porque este partido está a passar, e para o futuro de Portugal se o PSD fosse governo.

A doutora Ferreira Leite raramente fala e quando o faz revela-se sempre um autêntico disparate. Como exemplo supremo disto, relembramos a supressão da democracia defendida por esta.

Mas parece que o actual PSD segue esta linha menos democrática não só na sua direcção nacional como também ao nível local.

Na linha ideológica da líder do PSD, o Presidente da Câmara do Entroncamento recentemente caracterizou este executivo como um regime presidencialista, em que todas as decisões (ceder uma extensão eléctrica para a oposição ligar um portátil) têm de passar pela sua aprovação.

É um facto, que volta a ser confirmado com estes dois exemplos que, quando uma força política se vê vazia de ideias tem a tendência para se fechar e para utilizar meios de repressão mais fortes e directos pois o medo de perder o poder é algo que os assusta.

Gostaria de ouvir o que é que a JSD Entroncamento tem a dizer sobre o projecto para a nossa cidade, se vai seguir uma via totalitária ou pelo contrário se se apresenta aberta para o debate ideológico sem receios ou complexos.

Espero sinceramente, que a JSD, não siga a linha ideológica do seu partido. Pois se assim for encaro o futuro do PSD tão brilhante como o fundo dos cartazes onde podemos ver a cara da grande economista Doutora Manuela Ferreira Leite.

segunda-feira, 16 de março de 2009

Moto Clube “Os Fenómenos” comemoraram 5º Aniversário


"Os Fenómenos", Moto Club do Entroncamento, comemoraram ontém, dia 2009-03-15, o seu 5º aniversário. Pelos grandes amigos que tenho nesse clube gostaria de lhes desejar os parabéns.

Os Partidos e os Autarcas



Mais um grande momento de um comentador político, Ezequiel Valadas, que consegue rivalizar com qualquer outro comentador da especialidade!

Crescer é Chocar

A Juventude do Entroncamento, ou pelo menos uma parte que mostra envolvimento na coisa pública, tem debatido a existência ou não de um suposto Conselho Municipal de Juventude na cidade.
Ora pelo que me apercebi e venho a aperceber desta novela, o referido órgão existe, mas não de forma concordante com a lei. Desta forma considero que a referida adequação à legalidade deverá ser feita.

Pelo que sei, a autarquia ainda se encontra dentro do prazo legal para proceder à alteração, não sendo, a meu ver, este factor justificação para que esta saia a disparar tiros como se estivesse para cair o executivo, até porque quanto mais cedo se verificarem os ajustes, mais cedo os jovens terão o órgão a funcionar novamente e já dentro da legalidade.

No entanto devo referir que, em última análise, este episódio só vem dignificar os jovens, a juventude da nossa cidade, pois mostra que estão activos e que se preocupam com questões que afectam as suas vidas.