sexta-feira, 17 de julho de 2009

Afinal o PSD quer ou não proibir o PC?


Quem cala consente, já o diz a sabedoria popular.

O PSD de Manuela Ferreira Leite vem revelando progressivamente o seu cariz antidemocrático.
Como exemplos claros desta perigosa radicalização temos as atitudes na Assembleia Regional da Madeira, o tratamento dado aos vereadores da oposição na Câmara do Entroncamento, agora a proibição do Partido Comunista e a perseguição a Pedro Passos Coelho – Líder da oposição interna a Ferreira Leite – isto tudo enquanto a líder diz que seria bom suspender a democracia para por a casa na ordem. Quer-me parecer que a ordem da Dr. Ferreira Leite – que não promete nada, que não tem ideias sobre nada, que aparentemente não consegue fazer nada – afinal consegue e sabe. Sabe como fazer Portugal recuar 36 anos na sua história.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

O Papel do Professor

“Os professores são como músicos de Jazz. Têm o mesmo repertório todas as noites, mas improvisam em função do “feedback” que recebem do público."

"O bom professor é aquele que trabalha com toda a turma, mas em que cada criança sente que ele está a falar só para ela."

A ideia de uma turma homogénea, previsível, e que recebe as informações dadas pelo professor da mesma forma e ao mesmo tempo é tão utópica como a ideia que uma sociedade permanece estável ao longo do tempo. Apenas quem não está a par da realidade escolar e quem desconhece a natureza humana é que poderá inferir a existência deste quadro.

Se há vários anos atrás, a imagem de uma turma homogénea era uma realidade na concepção de vários professores, uma vez que era do interesse político manter um mesmo nível de atitude e pensamento, esta tem vindo a desvanecer-se ao longo tempo na sequência de várias mudanças sócio económicas e políticas que alteraram esta visão.

O professor tem de ser consciente da heterogeneidade dentro da turma, não só relativamente às crianças que apresentam Necessidades Educativas Especiais, mas no seu conjunto. A individualidade de cada aluno tem de ser respeitada e só olhando-os como indivíduos com experiências e ideias diferentes entre cada um é possível criar uma cultura escolar que responda às necessidades de cada aluno.


É numa pluralidade de atitudes que passam essencialmente, em meu ver, pelas referidas por Paulo Freire ”(..) a coerência, a humildade, a tolerância, a competência, o rigor, a paixão, o respeito pelos saberes e pelas diferenças culturais dos/as educandos/as(...)” que o professor é capaz, tal como afirma Mel Ainscow, de ao trabalhar para uma turma ter a capacidade de tocar cada aluno na sua individualidade.

Este “músico de Jazz” que é o Professor deve ter, inegavelmente, esta capacidade de, tal como um músico, improvisar atitudes; actividades; condutas; respostas e perguntas à vida diária da escola. E tal como no Jazz, todas as notas improvisadas têm um reflexo no público. Todas as “notas” improvisadas numa sala de aula, são um reflexo da capacidade adaptativa do Professor.

E é na sequência do conhecimento do Professor pelos seus alunos na sua individualidade, que este se transforma num “maestro”, conduzindo cada aluno a descobrir e dar o melhor que tem dentro de si. E tal como um músico só com uma grande paixão pela sua profissão é que um professor pode encontrar dentro de si esta pluralidade de atitudes e respostas individuais essenciais para que cada criança sinta que o professor ao falar para toda a turma fala somente para ele."

Elaborado por:
Joana Almeida

quinta-feira, 2 de julho de 2009

O Urbanismo no Entroncamento

Antes de dar a minha opinião sobre este tema, gostava de deixar algumas imagens para reflectirmos sobre a realidade da nossa cidade.
Não vos parece que o centro da cidade, em especial um dos seus bairros históricos, merece mais do que isto?
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Para completar a ideia, veja a página indicada:

http://www.entroncamentoonline.pt/?show=news&id=3080

terça-feira, 30 de junho de 2009

Bairros no centro da cidade sem saneamento básico

Recentemente, na Assembleia Municipal do Entroncamento, o Sr. Presidente da Câmara, Jaime Ramos, foi confrontado com a falta de saneamento básico em algumas zonas do concelho.


No seguimento da intervenção do Deputado António Ferreira, Jaime Ramos afirmou que este facto está dependente de questões governamentais, orçamentais, ou planos de pormenor. No entanto esqueceu-se de referir que o problema já podia estar resolvido pois “já estiveram previstas verbas para estas intervenções, mas, (...), foram retiradas” in Jornal Torrejano Online.


Como cidadão do Entroncamento esta posição do Presidente da Autarquia muito me entristece. Basta olharmos para o concelho de Torres Novas para percebermos que esta defesa não passa de uma desculpa, de uma máscara, para a inoperância, para a falta de visão e para o desrespeito com que este executivo trata os seus cidadãos.


Sempre que o Executivo Camarário do Entroncamento é confrontado com alguma coisa que devia ter feito e não fez, a resposta é sempre a mesma: não há melhorias no Centro de Saúde, a culpa é do governo. Não existe esquadra, a culpa é do Ministério. Não existe verba para pagar as obras previstas, a culpa é do QREN. A Estação de Caminhos de Ferro está ao abandono, a culpa é da REFER. Não há saneamento básico, a culpa é do EUROPAN. A culpa é sempre dos outros.


Temos então que perguntar, se tudo o que é feito é por mérito ou demérito dos outros, nomeadamente do governo, então o que é que este executivo está cá a fazer?


Ainda esta semana assistimos a mais um acordo firmado pelo Presidente António Rodrigues e aprovado na Comissão de Coordenação e Desenvolvimento do Centro que permitirá à Câmara de Torres Novas um encaixe de cinco milhões de euros. Enquanto que no Entroncamento, o presidente continua à espera que as coisas lhe caiam no colo.


Cá fecha o comércio, em Torres Novas abrem-se superfícies comerciais e empresas. No Entroncamento há zonas no centro da cidade que nem as condições mínimas de vida apresentam (saneamento básico) enquanto que Torres Novas já aposta na requalificação urbana por forma a dar à população uma qualidade de vida superior. O Entroncamento é cada vez mais uma cidade para dormir enquanto Torres Novas é cada vez mais uma cidade para se viver.


Como num jogo de diferenças para crianças, quando este quadro se levanta, é fácil de ver onde é que elas estão... sendo a principal a atitude do executivo, um fica sentado à espera que a tutela faça tudo por ele, tal e qual um desempregado que está a receber o fundo desemprego e não procura trabalho, pois o subsídio chega para estar em casa sem fazer nada. Enquanto o outro sabe que o subsídio não é o suficiente para ter qualidade de vida e por isso procura formas de construir uma vida melhor.

domingo, 28 de junho de 2009

Portugal "líder mundial a repensar a educação para o século XXI" - especialista canadiano

Lisboa, 25 Jun (Lusa) - O especialista canadiano em tecnologia Don Tapscott aponta Portugal como um exemplo a seguir na educação, elogiando o investimento em computadores individuais nas salas de aulas.


Num artigo de opinião publicado no blogue Huffington Post - onde já escreveu Barack Obama -, Tapscott dirige-se directamente ao presidente dos Estados Unidos da América: "Quer resolver os problemas das escolas? Olhe para Portugal!".


Na opinião de Tapscott, o "modesto país para lá do Atlântico", que em 2005 via a sua economia "abater-se", está a tornar-se no "líder mundial a repensar a educação para o século XXI".


A presença de computadores nas escolas é "só uma parte" dessa "campanha de reinvenção", frisa Tapscott, que aponta a "criação de um novo modelo de ensino" como a "maior tarefa".


"Não é fácil mudar o modelo de ensino. Aliás, essa é a parte difícil. É mais fácil gastar dinheiro, como Portugal fez, a pôr Internet nas salas de aula e equipar os alunos com computadores", afirmou, acrescentando ainda que "é demasiado cedo para avaliar o impacto na aprendizagem", até porque os estudos sobre a presença de computadores nas aulas foram "inconclusivos".


"Os professores que enfrentam uma sala de aulas cheia de miúdos com computadores precisam de aprender que já não são os especialistas no seu domínio: a Internet é que é", escreve Tapscott.


Aludindo à sua experiência numa sala de aulas numa estadia em Portugal, Tapscott conta como os alunos recorreram à Internet para resolver uma questão colocada pelo professor: para saber o que era um equinócio, grupos de alunos pesquisaram a informação e quem a descobriu primeiro explicou-a aos colegas".


"Estavam a colaborar, estavam a trabalhar ao seu próprio ritmo e mal reparavam na tecnologia, no propalado computador portátil. Era como ar para eles, mas mudou a relação que tinham com o professor. Em vez de se agitarem nas cadeiras enquanto o professor dá a lição e escreve apontamentos no quadro, eram eles os exploradores, os descobridores e o professor o seu guia", descreve Don Tapscott.


Este modelo, afirma, permite aos professores "descer do palco e começar a ouvir e a conversar em vez de fazer sermões" e encoraja o pensamento crítico e a colaboração.


Em oposição, nos EUA, a aprendizagem é "unidireccional", o que faz com que os alunos, que em casa vivem na era digital, com a Internet, os jogos e os telemóveis, estejam "aborrecidos na escola".


"As salas de aula americanas precisam de entrar no século XXI. Milhares de professores concordam com isto", afirma Don Tapscott, lembrando que este ano "importantes grupos da área da Educação" pediram a Barack Obama e ao congresso um investimento de 10 mil milhões de dólares para melhorar a tecnologia na sala de aula e garantir que os professores sabem usar computadores eficientemente".


Don Tapscott, professor na Universidade de Toronto e membro do grupo de reflexão nGenera Insight, escreveu vários livros sobre tecnologia e visitou Portugal em Abril deste ano.


O Huffington Post congrega blogues, notícias e artigos de opinião. Além de políticos, actores e académicos contribuem para o site.


APN.
Fonte: Agência LUSA

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Já não bastavam as ajudas dos arbitros !!!!


Um pouco de humor para quem gosta... de referir que o homor sai sempre melhor quando se fala de coisas sérias e verídicas... :-)

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Devemos Perder o Comboio Europeu?

O presidente da CIP, Francisco Van Zeller, veio hoje, quinta-feira, 7 de Maio de 2009, defender o adiamento do projecto do TGV por 10 anos.
Gostaria de relembrar uma pequena lição de história ao Dr. Van Zeller e a todos os críticos, nomeadamente ao PSD, do investimento público em alturas de crise.
Entre 1933 e 1937, no rescaldo do crash do Wall Street e com o intuito de apoiar os desfavorecidos da grande depressão, o governo Norte Americano levou a cabo um programa de obras públicas destinado a relançar a economia.
Basta olhar para este programa bem sucedido para perceber que o investimento nas obras públicas estimulará a economia portuguesa.
Mas voltando ao TGV, a pergunta impõe-se... será que Portugal se pode dar ao luxo de manter a sua localização periférica face à Europa e admitir o isolamento. Como disse em tempos a direita, orgulhosamente sós...
Temos actualmente uma situação geográfica que para muitos é periférica. Não posso admitir tal posição.
O que nos impede de ser a porta para a Europa em termos de bens e pessoas, e de nos tornarmos um país central no espaço euro – atlântico, são as deficientes vias de comunicação, em especial ferroviárias, que nos ligam a todo o espaço europeu. Percebe-se assim que os investimentos no Aeroporto e principalmente no TGV não só têm de avançar como já avançam tarde.
Mas as afirmações do Sr Presidente da CIP teriam uma consequência imediata ainda mais grave, caso fossem seguidas.
Numa altura em que o desemprego cresce, o poder económico cai e a economia abranda, seria uma total irresponsabilidade do estado abdicar de criar postos de trabalho, de possibilitar a melhoria das condições de vida dos portugueses, de estimular a economia e de modernizar o país.
Portugal só tem a ganhar com a implementação do TGV. Não só o projecto é financiado a 75% pela EU, como o momento permite uma violação sem consequências do Pacto de Estabilidade e Crescimento – Défice Público de 3%. Para além destas condições económicas favoráveis ainda se aumenta a centralidade de Portugal no panorama geopolítico e económico face à Europa e no panorama euro – atlântico. Assim como se estimula a economia para combater a crise internacional.
O que queremos, um Portugal dinâmico, economicamente forte e moderno, ou um Portugal cada vez mais estagnado, em constante quebra económica com perda de qualidade de vida e de poder económico?

terça-feira, 5 de maio de 2009

A CÂMARA MUNICIPAL E OS SEUS NEGÓCIOS

Infelizmente, e como cidadão interessado pelo que se passa na minha cidade, tenho de me questionar quanto a algumas decisões que este executivo camarário tem tomado.
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Neste texto vou falar dos prós e dos contras da adesão à empresa Águas do Centro, que pertence ao grupo Águas de Portugal.
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Quando em 30 de Junho de 2007 a Assembleia Municipal votou favoravelmente a adesão à empresa das Águas do Centro, com os votos favoráveis da maioria PSD e os votos contra da oposição, hipotecou, a meu ver, o futuro do fornecimento da água de forma racional e económica ao Entroncamento.
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Com esta decisão abre-se caminho para que o tratamento dos esgotos domésticos, tal como o abastecimento de água em alta, ou seja desde a captação até aos depósitos, passe a ser garantido pelas Águas do Centro. Assegurando assim a empresa a parte mais rentável deste processo, a que implica menos gastos a médio e longo prazo.
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No entanto, a Câmara continua a ser responsável pelas dezenas de metros de condutas que fazem a ligação dos esgotos entre as habitações e a estação de tratamento de águas residuais, assim como do abastecimento em baixa, dos depósitos até as casas, passando a adquirir (comprar) a água à mesma empresa. Ficando a autarquia com a parte menos rentável, estamos a falar da manutenção de centenas de metros de condutas de esgotos e de água que existem por baixo do Entroncamento.
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Como contrapartida deste negócio, as águas do centro comprometeram-se a construir uma ETAR (estação de tratamento) que servirá o Entroncamento e a Barquinha, a construir uma estação elevatória para servir a ETAR e um reservatório de água na zona sul, com ligação ao reservatório do Casal do Grilo.
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Este negócio contempla ainda a cedência por parte da Câmara de três captações de água, dos reservatórios do Casal do Grilo e das Vaginhas, das condutas de ligação entre a EPAL e o reservatório do Casal do Grilo e ainda de quase meio milhão de euros.
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Significa isto que a Câmara Municipal, que é hoje dona de grande parte da água que consome vai dar essa mesma água a uma empresa, assim como os reservatórios onde esta é armazenada, passando depois a comprá-la, e ainda paga meio milhão de Euros para se juntar à empresa.
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Embora seja evidente, a pergunta impõe-se, quem é que vai pagar isto tudo?
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Depois de ler vários artigos e alguns estudos concluo que sou eu e você... Pelo menos a água já aumentou, e o aumento poderá chegar aos 50%. No caso do saneamento básico e da recolha do lixo, este aumento poderá chegar aos 130%.
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Eu penso que nesta situação se a CME pretendia aderir a este tipo de soluções deveria equacionar todos os cenários, dever-se-ia ter aberto um concurso público, e então mediante as hipóteses escolher a melhor opção para o Entroncamento.
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Lamento a enorme falta de sensibilidade social da parte da Câmara que não equacionou a realidade de que ao tomar decisões destas irá agravar as dificuldades económicas das famílias. Ou se equacionou então estamos perante uma situação que mostra o pouco valor que esta Câmara dá aos habitantes do Entroncamento, pois prefere hipotecar um bem essencial e sobrecarregar-nos com as despesas desse processo.

Entroncamento é caso de estudo

O Entroncamento é um daqueles casos que deve de ser estudado. Sendo uma cidade nova não está a ser planeada, não está a ser pensada e com o rumo que leva não me parece que consiga voltar a ser um marco para o distrito.
Noutros tempos a nossa cidade foi o centro comercial do distrito, neste momento deixou de ter a capacidade de atrair tanto investimento como pessoas. Gostava de perguntar ao executivo que gere os destinos do Entroncamento, onde é que está o pensamento estratégico, onde é que está o pensamento na população.
O que se assiste hoje é vergonhoso: Insegurança, falta de espaços verdes e de lazer, Insegurança, falta de condições para fixar o comércio, Insegurança, falta de condições para fixar a industria, Insegurança, não se cria emprego... e a lista pode continuar.
Será que não merecemos mais?

quinta-feira, 30 de abril de 2009

O Futuro do Sporting

Não é de todo aconselhável que um clube com a dimensão do Sporting, e com os objectivos tanto nacionais como europeus, mantenha o clima de luta interna que se verifica.

Se já existiam duas facções a lutarem ideologicamente pelo futuro do clube, sem pensarem na estabilidade que a equipa precisa para alcançar os seus intuitos, agora surge um terceiro grupo, a Associação de Adeptos Sportinguistas.

Vêm afirmar-se como defensores do clube e da sua estabilidade. Não critico os seus objectivos, pois partilho-os, mas condeno a forma como o estão a fazer.

É totalmente inaceitável que estas três facções façam a sua luta na comunicação social. Os problemas do clube devem ser discutidos no seu seio. As várias visões devem ser confrontadas para se definir uma linha para o clube, mas internamente.

sábado, 25 de abril de 2009

É impressionante o estado a que alguns políticos em Portugal chegam. Claramente a lider do PSD não luta pelo mesmo país em que eu gostaria de viver.

Onde estão os ideais de Abril e de Salgueiro Maia nesta ilustre representante de um dos maiores partidos em Portugal?

Caros amigos, é por causa deste tipo de atitudes, e de alguns que os querem matar, de devemos reforçar e continuar a lutar para manter os ideais de Abril bem vivos nos nossos corações!

VIVA O 25 DE ABRIL

terça-feira, 14 de abril de 2009

A Pseudo Crise do Benfica

Sendo verdade que os resultados de uma equipa que possui um plantel com tanta qualidade e tão dispendioso, como é o caso do Benfica, são abaixo do expectável. E sendo também verdade que as exigências a este clube são bastante elevadas, não podendo ser de outra forma, tendo em conta que estamos a falar do campeonato português. Não deixa de me surpreender tanto alarido que se faz em torno do actual momento do Benfica.

A mim, parece-me que esta instabilidade não segue o sentido de fora para dentro, como quer fazer crer Luís Filipe Vieira ao acusar a comunicação social, em especial Paulo Fernandes. Mas sim de dentro para fora.


A forte contestação dos adeptos parece estar a causar bastantes mossas nos órgãos de gestão do clube, levando a que estes se desdobrem em comunicados e conferências.


No meu entendimento o Benfica, a sua direcção e os adeptos estão a esquecer-se de dois pontos importantíssimos nestas coisas do futebol.


Em primeiro lugar, o Benfica esta época está melhor que na temporada passada, levando-me a constatar que tem havido uma evolução positiva.


Em segundo lugar, e sendo o ponto mais importante, um projecto ganhador não se constrói numa época. Um projecto desta magnitude demora anos a solidificar.


Sigamos o caso do futebol inglês. Sir Alex Fergusson é treinador do Manchester há cerca de 20 anos, já teve momentos bons e maus. Wenger é treinador do Arsenal há anos, já ganhou títulos, mas nos últimos tempos a equipa anda afastada das conquistas, no entanto a direcção assumiu o compromisso de reestruturar o clube com este treinador e é o que tem feito.


Parece-me que os adeptos e os dirigentes portugueses tem de aprender a ser mais pacientes com os seus clubes. Somos o povo dos “brandos costumes” e esquecemo-nos de os aplicar ao futebol.

sábado, 11 de abril de 2009

Vazio de Ideias

A nova imagem do PSD, onde Manuela Ferreira Leite aparece sobre um fundo negro, é uma grande analogia para o vazio de ideias porque este partido está a passar, e para o futuro de Portugal se o PSD fosse governo.

A doutora Ferreira Leite raramente fala e quando o faz revela-se sempre um autêntico disparate. Como exemplo supremo disto, relembramos a supressão da democracia defendida por esta.

Mas parece que o actual PSD segue esta linha menos democrática não só na sua direcção nacional como também ao nível local.

Na linha ideológica da líder do PSD, o Presidente da Câmara do Entroncamento recentemente caracterizou este executivo como um regime presidencialista, em que todas as decisões (ceder uma extensão eléctrica para a oposição ligar um portátil) têm de passar pela sua aprovação.

É um facto, que volta a ser confirmado com estes dois exemplos que, quando uma força política se vê vazia de ideias tem a tendência para se fechar e para utilizar meios de repressão mais fortes e directos pois o medo de perder o poder é algo que os assusta.

Gostaria de ouvir o que é que a JSD Entroncamento tem a dizer sobre o projecto para a nossa cidade, se vai seguir uma via totalitária ou pelo contrário se se apresenta aberta para o debate ideológico sem receios ou complexos.

Espero sinceramente, que a JSD, não siga a linha ideológica do seu partido. Pois se assim for encaro o futuro do PSD tão brilhante como o fundo dos cartazes onde podemos ver a cara da grande economista Doutora Manuela Ferreira Leite.

segunda-feira, 16 de março de 2009

Moto Clube “Os Fenómenos” comemoraram 5º Aniversário


"Os Fenómenos", Moto Club do Entroncamento, comemoraram ontém, dia 2009-03-15, o seu 5º aniversário. Pelos grandes amigos que tenho nesse clube gostaria de lhes desejar os parabéns.

Os Partidos e os Autarcas



Mais um grande momento de um comentador político, Ezequiel Valadas, que consegue rivalizar com qualquer outro comentador da especialidade!

Estação do Entroncamento



Gostaria que os amantes de pintura que visitem este blog me dissessem de que forma ligam a pintura ao título.


Fico curiosamente à espera!!!

Crescer é Chocar

A Juventude do Entroncamento, ou pelo menos uma parte que mostra envolvimento na coisa pública, tem debatido a existência ou não de um suposto Conselho Municipal de Juventude na cidade.
Ora pelo que me apercebi e venho a aperceber desta novela, o referido órgão existe, mas não de forma concordante com a lei. Desta forma considero que a referida adequação à legalidade deverá ser feita.

Pelo que sei, a autarquia ainda se encontra dentro do prazo legal para proceder à alteração, não sendo, a meu ver, este factor justificação para que esta saia a disparar tiros como se estivesse para cair o executivo, até porque quanto mais cedo se verificarem os ajustes, mais cedo os jovens terão o órgão a funcionar novamente e já dentro da legalidade.

No entanto devo referir que, em última análise, este episódio só vem dignificar os jovens, a juventude da nossa cidade, pois mostra que estão activos e que se preocupam com questões que afectam as suas vidas.

domingo, 22 de fevereiro de 2009

És Linda

Escrever-te é amar
Sem receio de falhar.

Livre como és
Inventas sentidos
Na minha escrita unidos
Depois perdidos
Antes a teus pés.


Mário André Balsa Gonçalves
Entroncamento, 30 de Janeiro de 2009

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Lugar na Serra


Um pouco na linha artística de “Os Barcos”, embora não tendo sido pintado como sequência, o quadro “Lugar na Serra” revela uma vez mais o meu gosto pelo impressionismo. Este quadro foi pintado como prenda em 2001 e foi a minha 1ª pintura em tela.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

...

Mais um dia começa
Carrega o sono
Sair do teu sonho
Algo que me impeça.

Quero dormir
Este sonho acordado
Na beleza me sentir
Em teus olhos enredado.

Mário André Balsa Gonçalves
Lisboa, 26 de Janeiro de 2009