Uma página onde todos os temas são debatidos de forma aberta e frontal. Com especial atenção para a educação.
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Sem jogadores e sem investimento é impossível praticar futebol, quanto mais sonhar praticar futebol de qualidade.
Como é que se pode pedir a uma equipa que apresente resultados e se manda um treinador embora por não os apresentar (eu nunca fui grande adepto do Paulo Sérgio), quando se vende o seu principal avançado por meia dúzia de euros e não se arranja substituto para o lugar, quando se descapitaliza a equipa não se pode exigir resultados.
Será que o Liedson, que tanto deu ao Sporting e que já marcou pelo Corinthians tantos golos em um mês como pelo Sporting no resto da época, não tem valor desportivo suficiente para se segurar.
Vejamos... nas últimas épocas quem foram as referências do Sporting?
Paulo Bento... onde está agora? Seria mau profissional? não serviria para o Sporting?
João Moutinho... onde está agora? Seria mau profissional? não serviria para o Sporting? Liedson... onde está agora? Seria mau profissional? não serviria para o Sporting?
Miguel Veloso... onde está agora? Seria mau profissional? não serviria para o Sporting?
E podemos ver outros nomes que saíram em épocas anteriores. O problema não são as saídas... são os timings das saídas e quem é que se arranja para as substituir.
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Uma experiência comunista... em 1931
"Um professor de economia da universidade Texas Tech disse que raramente chumbava um aluno, mas tinha chumbado, uma vez, uma turma inteira.
Esta turma em particular tinha insistido que o comunismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e "justo".
O professor então disse, "Ok, vamos fazer uma experiência socialista nesta classe.
Ao invés de dinheiro, usaremos as vossas notas dos exames."
Todas as notas seriam concedidas com base na média da turma e, portanto seriam "justas".
Isto quis dizer que todos receberiam as mesmas notas, o que significou que ninguém chumbaria.
Isso também quis dizer, claro, que ninguém receberia 20 valores...
Logo que a média dos primeiros exames foi calculada, todos receberam 12 valores.
Quem estudou com dedicação ficou indignado, pois achou que merecia mais, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado!
Quando o segundo teste foi aplicado, os preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma.
Aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que também eles se deviam aproveitar da média das notas.
Portanto, agindo contra os seus princípios, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos.
O resultado, a segunda média dos testes foi 10.
Ninguém gostou.
Depois do terceiro teste, a média geral foi um 5.
As notas nunca mais voltaram a patamares mais altos, mas as desavenças entre os alunos, procura de culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela turma.
A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma.
No fim de contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar os outros.
Portanto, todos os alunos chumbaram...
Para sua total surpresa.
O professor explicou que a experiência comunista tinha falhado porque ela era baseada no menor esforço possível da parte de seus participantes.
Preguiça e mágoas foi o seu resultado.
Sempre haveria fracasso na situação a partir da qual a experiência tinha começado.
"Quando a recompensa é grande", disse, o professor, "o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós.
Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem o seu consentimento para dar a outros que não lutaram por elas, então o fracasso é inevitável."
O pensamento abaixo foi escrito em 1931.
"É impossível levar o pobre à prosperidade através de leis que punem os ricos pela sua prosperidade.
Por cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa tem de trabalhar recebendo menos.
O governo só pode dar a alguém aquilo que tira de outro alguém.
Quando metade da população descobre que não precisa de trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.
"É impossível multiplicar riqueza dividindo-a."
Adrian Rogers, 1931
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Imoral !!!
Embora tendo conhecimento prévio desta medida, não pôde deixar de pensar que ali poderia estar uma pessoa e consequentemente mais um trabalhador, menos uma pessoa no desemprego.
Relembro que a brisa apresentou recentemente 55 milhões de euros de lucro e que o lema da antiga empresa pública é “gerir auto-estradas para as pessoas”.
Ora, se todas as empresas começarem e continuarem a substituir pessoas por máquinas, esquecendo que a economia só funciona correctamente se as pessoas poderem trabalhar, então, no futuro, deixarão de ter pessoas para passar nas suas portagens.
Não compreendo esta procura de lucro a qualquer preço. Não compreendo que uma empresa que precisa que as pessoas comprem os seus produtos, ou que passem nas suas portagens ou que gastem a sua energia para ter lucro, substitua os seus empregados por máquinas, contribuindo desta forma para o aumento do desemprego, para o aumento da recessão, para o aumento das dificuldades que a população passa, para o afundar da nossa economia. E muito menos compreendo isto tudo quando a empresa apresenta um lucro de milhões.
Será que os grandes administradores não entendem que quanto melhores condições de vida as pessoas tiverem mais lucro terão as empresas?
domingo, 26 de setembro de 2010
As crianças birrentas chegam à política!
O governo sabe que para além dos compromissos que assumiu para a recuperação económica tem ainda que diminuir o desemprego, melhorar as condições de vida, continuar a qualificar os portugueses, aumentar a nossa competitividade, assim como tudo o resto que é dever do estado, isto tudo sem nunca abdicar do estado social. Não o abandonando às mão do mercado, privatizando o ensino, a saúde e a segurança social.
Qualquer pessoa que acredite no estado social e que coloque o bem comum pelo menos num nível tão elevado como o bem pessoal entende que estamos perante uma tarefa dificílima para qualquer governante, mas também entende que é nas alturas de crise que mais temos de contribuir com o nosso esforço para nos ajudarmos mutuamente.
Não me considero inocente e entendo que existem pessoas que pensem mais em si que nos outros, que tenham dificuldade em conviver com um sistema que garanta médico e educação para todos assim como auxílio em caso de desemprego, obrigando-os a contribuir para o bem comum. Até entendo que queiram adoptar em Portugal um sistema semelhante ao que os americanos tinham por ser mais barato para o estado, mas que com Obama estão a abandonar.
Sistema este que promove casos de absoluta exclusão social e de degradação pessoal entre os necessitados. Enquanto que quem tem dinheiro conseguem utilizar um sistema de saúde e educação bom, mas fechado a quem se encontra desempregado ou doente e não possa trabalhar para pagar estas despesas.
O que não entendo é que o nível de egocentrismo chegue ao ponto de se fazer birra, e bater o pé, qual menino mimado. Se não me dão o que eu quero provoco uma crise política gigante e mergulho Portugal no buraco, não interessa que tenha perdido as eleições e que o programa de governo do meu partido não tenha sido o mais votado. Ou é como eu quero ou vai tudo ao “ar”.
Chega de birras... entendam-se! Portugal não precisa de um Primeiro-Ministro “want to be” que tenta constantemente governar na sombra. Será que esta gente que se diz preparada para governar não entende o buraco onde nos está a colocar a todos?
sábado, 31 de julho de 2010
A Caça ao Homem
Fiquei a meditar naquilo: mais um escândalo envolvendo José Sócrates? Que escândalo – a trapalhada jurídica a que ele era absurdamente alheio? O facto de alguém, no uso de um direito que cabe a qualquer um, ter apresentado uma queixa-crime contra ele porque se julgou o fendida?
Recuemos no “escândalo”. Há seis anos – seis – que dois procuradores do Ministério Público e vários agentes da PJ investigam o chamado “caso Freeport”, prorrogando sucessivamente todos os prazos, arrastando o processo sem que se entenda para quê ou porquê e fazendo desta investigação, junto com a do “caso Meddie”, a mais cara de sempre do MP. Onde está o escândalo? No facto de se eternizar durante seis anos uma investigação que, só e mais nada, visa apurar se o primeiro-ministro que nos governa foi ou não corrompido, mantendo entretanto vivas as suspeitas sobre ele? No facto de essas suspeitas, e alguns documentos do processo, supostamente em segredo de justiça, terem alimentado durante um ano a fio e em época eleitoral o “Jornal de Sexta” da TVI? No facto de nem o procurador-geral da República, putativo superior hierárquico dos procuradores, ter poderes para lhes ordenar que, concluam o que concluírem, ponham fim à investigação – coisa que não pode fazer porque eles são “independentes”? no facto de não haver ninguém, instituição alguma que lhes possa exigir responsabilidades por manterem um cidadão sob suspeita de corrupção durante seis anos, manchando diariamente o seu nome na praça pública, e nisso gastando dezenas ou centenas de milhares de euros dos contribuintes, porque eles são “irresponsáveis” ? no facto de nem sequer poderem ser afastados do processo, como sucederia em qualquer empresa privada, porque são “inamovíveis”? Será isso o escândalo? Não, o escândalo é que o nome de José Sócrates esteja no processo – com razão ou sem razão, não importa.
Com razão ou sem razão – cada um julgará de acordo com os seus critérios de jornalismo – José Sócrates acabou por se rebelar contra o “Jornal de Sexta” e desabafar aquilo que era “um jornal travestido, de caça ao homem, motivada por razões de ódio pessoal”. Disse o que muitos pensavam, mas raríssimos se atreveram a dizer, o que é bem curioso: tinham mais medo do “Jornal de Sexta” do que de José Sócrates. E quando Sócrates, farto de se ver associado todas as semanas ao escândalo Freeport (onde nunca foi ouvido nem teve a possibilidade de se defender!), reagiu, em defesa própria, foi outro escândalo: tentativa de censura, acto próprio de alguém que “convive muito mal com a liberdade de imprensa”. Quer dizer: se ele, insultado quase diariamente aqui e ali (e, como se viu, com o perdão e apoio da magistratura), resolve reagir em defesa própria, é um censor. Parece assim que as funções de primeiro-ministro comportam muito menos direitos nesta matéria do que as funções de qualquer outro cidadão: o PM, em nome da liberdade de imprensa, só tem o direito de comer e calar. Se ele, reagindo, processa aqueles que entendeu que o ofenderam para lá dos limites toleráveis, é um escândalo, uma ameaça à liberdade de imprensa – que, felizmente, os magistrados não consentem. Mas se é alguém que o processa a ele, é outra vez um escândalo e da sua responsabilidade. (...)"
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Cabo da Roca
No vértice rugoso
Alto, imponente…
Avisto ao fundo
A calma emergente
De um povo
Que sem medo
Se faz gente.
Calmo e cristalino
Verde, pelo sol tornado
Grita!!!
O Azul ao fundo
Num silêncio ruidoso
Demasiado luminoso
Dá-me a mão e… novamente
Faz-te gente!
Entroncamento, 26 de Junho de 10
Mário André Balsa Gonçalves
terça-feira, 13 de julho de 2010
Reguengos de Monsaraz
Calmas cigarras
Cantam em coro
Sombras e parras
Terras de reis
De águas cheias
Reinam toneis
Em belas ameias
Calma e esperança
Trazem à lembrança
Os sonhos dos prados
De Alqueva regados
Mário André Balsa Gonçalves
Reguengos de Monsaraz, 11 de Julho de 2010
Lisboa
Complexo movimento pendular
Compromissos inadiáveis
Entre ritmos infindáveis
O gosto na ponta da língua
De uma cidade ambígua
Rápida quando parada
Lenta na debandada
Segundos seculares
Momentos perdidos
Em movimentos malabares
Constantemente vividos
Numa ânsia constante
Sem nunca parar
Uma cidade deslumbrante
Que nos obriga a sonhar
Mário André Balsa Gonçalves
Lisboa, 12 de Julho de 2010
sábado, 19 de junho de 2010
Criancinhas
A criancinha quer estrangular o gato. A gente deixa.
A criancinha berra porque não quer comer a sopa. A gente elimina-a da ementa e acaba tudo em
festim de chocolate.
A criancinha quer bife e batatas fritas. Hambúrgueres muitos. Pizzas, umas tantas. Coca-Colas, às litradas. A gente olha para o lado e ela incha.
A criancinha quer camisola adidas e ténis nike. A gente dá porque a criancinha tem tanto direito
como os colegas da escola e é perigoso ser diferente.
A criancinha quer ficar a ver televisão até tarde. A gente senta-a ao nosso lado no sofá e passa-lhe o comando.
A criancinha desata num berreiro no restaurante. A gente faz de conta e o berreiro continua.
Entretanto, a criancinha cresce. Faz-se projecto de homem ou mulher. Desperta.
É então que a criancinha, já mais crescida, começa a pedir mesada, semanada, diária. E gasta metade do orçamento familiar em saídas, roupa da moda, jantares e bares.
A criancinha já estuda. Às vezes passa de ano, outras nem por isso. Mas não se pode pressioná-la porque ela já tem uma vida stressante, de convívio em convívio e de noitada em noitada.
A criancinha cresce a ver Morangos com Açúcar, cheia de pinta e tal, e torna-se mais exigente com os papás. Agora, já não lhe basta que eles estejam por perto. Convém que se comecem a chegar à frente na mota, no popó e numas férias à maneira.
A criancinha, entregue aos seus desejos e sem referências, inicia o processo de independência
meramente informal. A rebeldia é de trazer por casa. Responde torto aos papás, põe a avó em
sentido, suja e não lava, come e não limpa, desarruma e não arruma, as tarefas domésticas são
«uma seca».
Um dia, na escola, o professor dá-lhe um berro, tenta em cinco minutos pôr nos eixos a criancinha que os papás abandonaram à sua sorte, mimo e umbiguismo. A criancinha, já crescidinha, fica traumatizada. Sente-se vítima de violência verbal e etc e tal.
Em casa, faz queixinhas, lamenta-se, chora. Os papás, arrepiados com a violência sobre as
criancinhas de que a televisão fala e na dúvida entre a conta de um eventual psiquiatra e o derreter do ordenado em folias de hipermercado, correm para a escola e espetam duas bofetadas bem dadas no professor «que não tem nada que se armar em paizinho, pois quem sabe do meu filho sou eu».
A criancinha cresce. Cresce e cresce. Aos 30 anos, ainda será criancinha, continuará a viver na
casa dos papás, a levar a gorda fatia do salário deles. Provavelmente, não terá um emprego. «Mas ao menos não anda para aí a fazer porcarias».
Não é este um fiel retrato da realidade dos bairros sociais, das escolas em zonas problemáticas,
das famílias no fio da navalha?
Pois não, bem sei. Estou apenas a antecipar-me. Um dia destes, vão ser os paizinhos a ir parar ao hospital com um pontapé e um murro das criancinhas no olho esquerdo. E então teremos muitos
congressos e debates para nos entretermos.
Artigo publicado na revista VISÂO online
sábado, 12 de junho de 2010
Amo-te Muito
Será, talvez, o prenúncio de uma nova família que se formará.
Numa altura em que o país vive uma crise sistémica, dizem alguns, internacional, dizem outros, é este, talvez, um comportamento que pode indicar a saída para a crise.
O anúncio de que Portugal tem um sistema de segurança social pesado e incomportável para o estado, visão que qualquer pessoa que se diga de esquerda não poderá defender, será a arma da direita para reduzir a segurança que o estado, por dever, tem de proporcionar aos cidadãos.
Reduzir as prestações sociais não será certamente a saida para a crise. O que o estado tem o dever de fazer é promover verdadeiras medidas de apoio às jovens famílias e ao incentivo à natalidade, promovendo condições para que as famílias tenham mais filhos. Desta forma reduzirá o peso que o envelhecimento da população tem no nosso modelo social e torna-lo-á sustentável.
terça-feira, 8 de junho de 2010
Lado a Lado
Aquela em que
Recebi um convite
Indiferente, conveniente
Aspirando à vida
Jogando com o que não tinha
Onde estava, não lembrava
Apenas sabia
Não..., sentia
A certeza que o queria
Sei que vamos
Onde quisermos
Andando tão somente
Rodeados de mim
E de ti!
Seremos nós...
Depois...
Esperamos
Algures brilhante
Luminoso e cintilante
Mais que a Lua
Está o futuro
Indiferente e despreocupado
De dois
Andando lado a lado.
Mário André Balsa Gonçalves
Almada, 28 de Maio de 2010
segunda-feira, 7 de junho de 2010
À Descoberta de Portugal!
quinta-feira, 11 de março de 2010
Foi com grande orgulho e vontade de trabalhar que apresentei a minha candidatura a presidente da Comissão Política Concelhia do PS Entroncamento no passado Domingo, dia 07 de Março de 10.
O PS Entroncamento é uma instituição que se quer moderna, dinâmica e aberta a todos quantos quiserem dar o seu contributo social e político. Uma articulação clara entre as estruturas concelhias e os representantes do partido nos órgãos de gestão autárquica assume um papel fundamental para que se faça uma oposição concreta, significativa e credível.
A todos os camaradas e amigos que, presentes ou não no passado Domingo, me têm incentivado e apoiado no caminho que nos conduziu a esta candidatura, o meu sincero agradecimento e um abraço fraterno.
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Asfixia Democrática ou Ditadura dos Media?
domingo, 7 de fevereiro de 2010
A Nossa Educação!
A Educação é um processo continuo, os resultados não aparecem no imediato e qualquer alteração que se faça tem o seu tempo de maturação. Há coisas que estão mal, mas não temos uma escola como tínhamos há 40 anos.
Um Partido de Esquerda
O PS tem o dever de se aproximar das populações. Para o fazer deve de afirmar os seus ideais de esquerda, deve lutar pelos mais desfavorecidos e apresentar um projecto credível para a economia.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Adopção por casais compostos por pessoas do mesmo sexo
A adopção antes de ser um acto em que um adulto, enquanto pessoa singular, ou um casal, enquanto família, aceitam cuidar de uma criança, é um direito que qualquer criança tem a ter uma família, a receber o carinho dos que a rodeiam, dos que pretendem cuidar dela.
domingo, 24 de janeiro de 2010
A Ferrovia Como Motor Económico
A ferrovia é muito importante para o concelho do Entroncamento e para o distrito de Santarém, é o nosso motor económico. Esperamos que o TGV assim como uma aposta forte na ferrovia traga melhores condições para a economia local e regional.
Rescaldo
Ontem, na minha terra, tive um dia de emoções fortes. Se por um lado me senti muito feliz pois foi dado um passo histórico no caminho certo. A eleição do meu grande amigo Hugo Costa como presidente da Federação Distrital de Santarém da JS é um acontecimento importantíssimo para a estrutura. Por outro senti, constantemente, um misto de tristeza e de dever cumprido pois este foi mais um passo na minha saída da Juventude Socialista. Um abraço a todos os que trabalharam comigo e que permitiram que eu desse sempre o máximo de mim.