Uma página onde todos os temas são debatidos de forma aberta e frontal. Com especial atenção para a educação.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
A destruição do estado como o conhecemos
sábado, 10 de novembro de 2012
Audição Parlamentar Educação Especial
É urgente defender a escola e a educação pública. O ensino público em Portugal deve ser a referência de qualidade pelo qual o sistema de educação se deve pautar, mesmo que para isso se tenha de reconhecer algumas insuficiências e alterar alguns paradigmas.
quinta-feira, 8 de março de 2012
domingo, 4 de março de 2012
O futuro será o passado!
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
O nó aperta sobre quem verdadeiramente trabalha.
Serei só eu, talvez por ser de letras, que acho que empobrecer e estrangular cada vez mais os trabalhadores e a população portuguesa tem apenas como consequência directa afundar as empresas nacionais e o país?
sábado, 31 de dezembro de 2011
domingo, 20 de novembro de 2011
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
domingo, 28 de agosto de 2011
Algumas fotos das férias
O Corredor
quarta-feira, 6 de julho de 2011
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Portugal, que futuro?
Uma visão de estado democrático equilibrado e promotor de economia, a meu ver, contempla necessariamente a manutenção dos serviços de água e de electricidade sob a alçada do estado, assim como deveria ser o caso de outro sector com forte influência na balança energética que é o caso do sector petrolífero.
Se a electricidade é um bem que aparentemente pode ser concorrencial, todos sabemos que tendo em conta o número existente de empresas, este sector será sempre um monopólio ou será sempre dominado por um conjunto pequeno de empresas que podem combinar as tarifas entre si. Fazendo elevar os preços por forma a aumentar os lucros. Temos também de ter consciência que se trata de um sector vital para a sobrevivência económica do resto das empresas e dos cidadãos, por isso os preços têm de ser controlados de forma equilibrada, justa e por uma entidade que não olhe egoisticamente para si, mas para o futuro do pais. A título de exemplo lembremo-nos do que acontece com as empresas petrolíferas, onde se encontra a GALP. Quantos de nós quando vamos na auto-estrada não vemos os quadros informativos de preços? Todas as empresas têm o mesmo preço, é a completa subversão da livre concorrência e um atentado aos bolsos dos consumidores.
segunda-feira, 27 de junho de 2011
A Força das Ideias
É com esta base programática que pretendo lançar o debate e um projecto de refundação do Partido Socialista. A obrigação do PS é constituir-se ao longo dos próximos tempos como uma alternativa credível – uma alternativa de esquerda democrática, responsável, sólida e coerente. Para isso, será necessário tempo, imaginação e consistência: três palavras para um projecto de futuro para Portugal.
segunda-feira, 20 de junho de 2011
20 razões para ser do Sporting!
» Atletismo: Único Clube europeu com vitórias em pista e cross: por 2 vezes sagrou-se hexacampeão em cross.
» Hóquei em patins: Maior goleada de sempre por 33-1 ao H. Gujan (França), nos quartos-de-final da Taça CERS, em 1983/1984.» Futebol: Maior goleada de sempre por 16-1 ao Apoel Nicósia (Chipre), nos oitavos-de-final da Taça dos Vencedores das Taças, em 1963/1964.
domingo, 12 de junho de 2011
D. Fernando II e Glória
A D. Fernando foi o último navio de guerra inteiramente à vela da Marinha Portuguesa. Foi construída em Damão, na Índia Portuguesa, sob a supervisão do engenheiro construtor naval Gil José da Conceição, por uma equipa de operários indianos e portugueses, liderados pelo mouro Yadó Semogi. Na sua construção foi usada madeira de teca de Nagar-Aveli. Depois do lançamento ao mar, em 22 de outubro de 1843, o navio foi rebocado para Goa onde foi aparelhado.
O navio foi baptizado em homenagem ao Casal Real Português, o rei-consorte D. Fernando II e a Rainha D. Maria II, cujo nome próprio era Maria da Glória. O "Glória" do seu nome também se referia à sua santa protetora, Nossa Senhora da Glória, de especial devoção entre os Goeses.
O navio estava armado com 50 bocas de fogo, com 28 na bateria e 22 no convés.
A sua viagem inaugural, de Goa a Lisboa, decorreu entre 2 de fevereiro e 4 de julho de 1845.
A D. Fernando navegou durante 33 anos, percorrendo cerca de 100 000 milhas, correspondentes a, quase, cinco voltas ao mundo. Foi empregue no transporte de tropas, colonos e degredados para Angola, Índia e Moçambique. Participou em operações navais de guerra no Ultramar Português. Apoiou a expedição de Silva Porto de ligação terrestre entre Benguela em Angola e a costa de Moçambique.
Em setembro de 1865 a D. Fernando substituiu a nau Vasco da Gama como Escola de Artilharia Naval, fazendo viagens de instrução até 1878. Nesse ano, fez a sua última missão no mar, realizando uma viagem de instrução de guarda-marinhas aos Açores. Nessa viagem, ainda conseguiu salvar a tripulação da barca americana Laurence Boston que se tinha incendiado. A partir daí passou a estar sempre fundeada no Tejo.
Em 1938 deixou se servir de Escola Prática de Artilharia Naval, passando a ser utilizada como navio-chefe das Forças Navais no Tejo.
Em 1940 cessou o seu uso pela Marinha Portuguesa, sendo a fragata transformada em Obra Social da Fragata D. Fernando, uma instituição social que se destinava a albergar e a dar instrução e treino de marinharia a rapazes oriundos de famílias pobres.
Em 1963, um violento incêndio destruiu uma grande parte do navio, ficando abandonado no Tejo.
Entre 1992 e 1997 a fragata foi recuperada pela Marinha Portuguesa, recorrendo ao Arsenal do Alfeite e aos estaleiros Rio-Marine de Aveiro.
O navio esteve exposto na Expo 98. Desde então é um navio museu da Marinha Portuguesa, estando actualmente desde 1 de Março de 2008, em doca seca, em Cacilhas - Almada, estando a receber trabalhos de manutenção.
In "wikipedia"









sexta-feira, 10 de junho de 2011
Vamos para directas e todos temos o dever de refazer o PS
Determinação na forma de encarar as adversidades por que atravessamos, na maneira como nos pode conduzir a sermos de novo um partido coeso, forte e uma verdadeira oposição a uma direita que se prepara para esquartejar o estado social que caracteriza Portugal.
Coragem para não voltar a cara à luta nem se preocupar com ganhos pessoais, tal como sempre fez durante os anos de governo de José Sócrates em que mostrou uma prontidão constante para defender Portugal e o PS sem nunca se esconder atrás da cortina à espera da sua janela de oportunidade de forma calculista.
Conhecimento das matérias, do acordo com a troika, da forma como Portugal se faz representar dentro e fora do País, da maneira como o partido se deve portar no parlamento para fazer um boa oposição.
E por último visão, o futuro Secretário Geral do PS tem de conseguir assentar em cima das premissas que referi anteriormente uma capacidade clara de ver o caminho que o partido tem de percorrer. Diálogo, proximidade com as estruturas distritais e concelhias e reforço do envolvimento da militância de base na vida do partido.
São estas as características que me levam a apoiar Francisco Assis na sua candidatura a Secretário Geral.
sábado, 28 de maio de 2011
sábado, 7 de maio de 2011
Gosto pela Educação Especial
http://www.inr.pt - Instituto nacional para a reabilitação
http://area.dgidc.min-edu.pt/webpages_CRTIC/ - Centro de Recursos TIC
http://www.alojadoavo.pt/ - Loja do Avô






